Publicado por: Alisson Villa | 25/03/2010
Poesia que se veste
Listras verticais, ora alvi ora negras, como um prenúncio de que a vida se alterna entre o simples e o obscuro; tomando o peito, do lado em que o motor de emoções trabalha seu dia, um desenho que poderia ser qualquer um, mas deu de ser único em seu significado de brasão; e por fim, sobre o escudo, como se estivesse em céu, brilha a amarela alegria de sermos os primeiros campeões do Brasil. Agora, me responda: isso é uma camisa ou uma poesia que se veste?

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